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2/3 Dois terços - by Danilo Amaral


Mais uma fase louca como todas em minha vida.
Meus livros se misturam frenéticamente com meus códigos de pedágio.
Meus sonhos se passam em algum lugar entre o século XVIII e o infinito.
Alguns conceitos revisados e fortalecidos.
Alguns medos vencidos.
Percebo que algumas pessoas me dão raiva.
Percebo que quem fala em tolerância quase sempre não sabe o que isso significa.
Percebo que também sou intelorante.
Percebo que sou um barco.
Percebo que nado.
Que nada.
Admirando muitas pessoas.
Conhecendo muitas outras, incluindo eu mesmo.
Sem sinal.
Sartre, Nietzsche, Sade, Lewis, Eu, Foucault, Adorno.
Qual pedaço da mente se perde quando se cria?
Felicidade.
Sentido.
Palavras ao vento. Na mesa. Cadeira. Colchão. Dj.
Adam Sandler.
Sempre gostei de preto e branco.
Sempre achei difícil colorir.
Preto e branco não é bom?
Dúvidas.
Ausência de respostas.
Multiplicação de perguntas.
Uma empresa nasceu no mesmo corpo que eu.
Mais uma vida. Notas fiscais.
Chato.
?
Muito chato.
Pensando em juntar a vida.
Os pedaços ou cacos de mim.
Colar, recolher, colorir? descolar, insistir. chatear. sorrir. chorar. cuspir, deitar, sonhar, sofrer. viver!

Escrito por Danilo às 12h12
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Sujeira de anjo

Ontem limpei o sapato sujo de festa e fui me encontrar com Deus. Descobri que a noite os anjos vendem flores e que é fácil reconhecer um anjo. Eles têm rosto de anjo que acabou de tirar a tinta do rosto. Sim, porque anjos usam tinta branca no rosto. Quando estão tristes, ficam embaixo de árvores e falam com Deus. Me fez falar com Deus e descobri que ele dança. Não os anjos. Deus. Nem todos os anjos gostam de festa. Dei carona para um anjo que tinha acabado de guardar suas asas na mochila e percebi que o combustível do carro não diminuía. Isso porque quando você está com um anjo o tempo congela. Fica tudo branco como cristais de sal refinado. Anjos contam piadas tão engraçadas que até machucam a barriga. Anjos possuem uma riqueza infinita de seis reais e trinta e sete centavos e um cheiro engraçado de ar-condicionado que te faz pensar em poesias verde. E elas não saem por um longo tempo da sua cabeça, só mudam de cor. Ontem me encontrei com um anjo que se matou porque era anjo e queria ser humano. E eu que queria ser um anjo, me matei como humano. Mas não morri. Não morri porque tinha me encontrado com Deus, e quando se encontra com Deus não se morre. Voltei para casa com o sapato sujo de anjo e de Deus, e não limpei outra vez.

Escrito por Danilo às 14h48
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Escrito por Danilo às 14h48
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Promessa

Prometo que nunca mais...
Não, não prometo mais.
Como é difícil decidir
Para onde se deve ir
Por dentro? por fora? no alto? embaixo?
Aonde eu sou feliz?
Uma lágrima
Prometo que nunca mais...
Não, não prometo mais.

Escrito por Danilo às 13h05
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Vida na praça

E a vida passa... e eu rodopio e passo no passo dela.
Na fumaça da praça.
No cheiro da praça.
No chão da praça a vida passa.

Olho vermelho, sorriso amarelo mas belo
Será verdadeiro ou é passageiro?

Toca um sino insano
Toca um sino profano
Toca um sino sino

Enquanto a vida se descolore e colore todos os dias na praça
Como uma tatuagem sobre a pele
Sempre fica alguma coisa...
Sempre fica alguma...
Sempre fica...
Sempre...
...

Escrito por Danilo às 17h15
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Quem é você BOBO PLIN?

Escrito por Danilo às 19h19
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Festinhaaaaa...



Escrito por Danilo às 13h04
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Uma semana com ele...

Domingo
Recebi assim, meio sem querer mas não tive como fugir. Foi depois da aula, o coloquei na sacola, junto com meu tênis que usei na apresentação desse domingo, coloquei a sacola no carro e fomos para casa.

Segunda
Esqueci de retirar ontém a sacola do carro e o carro já não estava mais em casa. Fiquei o dia inteiro sem ele e por isso decidi não sair "sozinho" à noite.

Terça
Decidi sair com a minha mochila hoje, apenas para poder carregá-lo. Fomos para o serviço, tinha esquecido de esvaziar a mochila no domingo e ela continuava cheia hoje enquanto eu a estava carregando por causa dele. Ficou o dia inteiro na mochila, em cima da minha mesa. Queria ter saído hoje, mas não pude pois estava com a garganta inflamada, voltamos então para casa.

Quarta
Saí novamente com a mochila para carregá-lo. Ontém eu nem abri a mochila (lembrei enquanto saía de casa), assim, quando consegui me sentar no metrô decidi tirá-lo da mochila um pouco, pelo menos para observá-lo direito. Abri a mochila e senti uma vergonha imensa, haviam quatro pessoas me observando, pensaram que eu estava louco?!? Assim, em menos de cinco segundos ele já se encontrava novamente dentro da mochila. Nesses cinco segundos consegui perceber a cor dele e me lembrei de uma cena da peça "O Amor do Sim", onde a manicure Sueli conta para o iluminador Galego que quando foi à loja comprar o sapato que ele concertava, pediu o "marrom-claro" e o(a) vendedor(a) da loja disse que não se tratava de "marrom-claro" e sim de "caramelo". Era exatamente essa a cor dele, marrom-claro... tá... caramelo. Notei também nesses segundos de observação que havia um nome gravado nele: Gabriela! Mas não tinha certeza, pois olhei rápido demais. Cuidadosamente, sem que as pessoas reparassem, abri novamente a mochila para confirmar o nome. Estava correto, Gabriela. Aproveitei também e vi uma sequência de números que o diferenciava nos demais países. 4093839. Hoje apesar da garganta ainda não ter melhorado totalmente decidi sair, e fomos para o Festival Latino-Americano de cinema. Dentro da sala de cinema, eu decidi tirá-lo da mochila para acompanhar o filme. Ficou no meu ombro durante as duas sessões. Acredito que o escuro do cinema o tenha ajudado a sair da mochila. Passamos por um local na Rua Augusta que possuia um Brechó. Ficamos um pouco por lá e observei que existiam alguns sapatos femininos ali à venda. Lembrei dele que estava novamente na mochila e agora em cima do sofá que havia lá no local. Teria coragem de vendê-lo? Não, acredito que não.

Quinta
Por que lugares ele já andou? Que tipo de ambientes frequenta? Não está velho nem gasto, será que existe há quanto tempo? Já havia estado em um cinema antes da noite de ontém? Essas questões passaram hoje pela minha cabeça, tentarei descobrir tudo isso no próximo domingo. Ele está agora atrás de mim, dentro da mochila, em cima do meu porquinho, não sabe que estou escrevendo tudo isso sobre ele nesse momento. Também não poderia saber. E se ele falasse... pensasse... sentisse? Acredito que não estaria satisfeito em ser o que é. Ninguém do mundo dos vivos está satisfeito com o que é ou com quem é, não seria diferente para ele. É bom que não possa falar, nem pensar e nem sentir. Agora fiquei com uma pontinha de inveja e uma tremenda vontade de ser como ele. Não sei qual o seu tipo, já ouvi uma vez algo a respeito desses tipos, não vou arriscar um nome porque sempre erro nesses chutes. Ainda bem que não jogo futebol, seria uma catástrofe. Por falar em futebol, hoje a seleção feminina deu um show no Pan. Assisti durante o almoço. Ele pertence a uma mulher, mas ele não poderia jogar futebol com ela, não é desses tipos, isso eu sei.



Escrito por Danilo às 13h56
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Continuação...

Sexta
Assisti dois filmes hoje, em casa mesmo. Ele ficou no chão durante todo o tempo, lembrei que às vezes eu também preferia ficar lá no chão e assistir dali. Já assistimos a quatro filmes durante a semana, onde ele estaria se não fosse ali vendo filmes comigo? Pensei sobre isso e reparei que todos os meus sapatos e tênis estavam no escuro, dentro do guarda-roupa, era lá provavelmente que ele estaria se eu fosse o seu dono. Fui até o guarda-roupa e abri a porta, não entendi porque fiz isso, fiquei preocupado com o que estava fazendo pois parecia meio louco. Peguei então ele que estava na sala e coloquei dentro do guarda-roupa junto com os meus sapatos e tênis. Fechei a porta e fui dormir.

Sábado
...

Domingo
Um significante sem significado.. insignificante agora... era isso. As coisas que eram interessantes com o passar do tempo viram apenas coisas e precisamos de outras para nos ocupar. Fui até o guarda-roupa buscá-lo pois era hoje o dia de devolvê-lo. Ele havia se misturado com vários outros que foram jogados lá na última arrumação da minha irmã. Procurei por todos os lados, ofereci recompensa para quem o encontrasse, lembrei-me rapidamente de tudo o que acontecera durante a semana e depois de uma longa procura o encontrei novamente, percebi alguns sinais de poeira, mas não limpei, apenas coloquei na mochila e fui para a oficina. Saudades? Acho que não, era só um sapato, foi como um rio... já passou.

Escrito por Danilo às 13h55
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Vai ter uma festa
Que eu vou dançar
Até o sapato pedir pra parar

Aí eu paro,
Tiro o sapato
E danço o resto da vida

Chacal

Escrito por Danilo às 17h26
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Vida louca vida...

Queria muito conseguir uma coisa e não consegui, se tivesse conseguido, desencadearia uma série de outras coisas que certamente não conseguiria resolver. Não é fácil mudar o ritmo de uma vida. Preciso aprender a dançar conforme a música, mas não sou um bom dançarino, na verdade sou péssimo. Às vezes não é tão fácil fazer de conta que tem sol lá fora. As pessoas são bacanas e também não são. Preciso encontrar algumas peças importantes para o quebra-cabeça da minha vida, que alguém me levou.

Ou será que eu mesmo escondi?

Tudo sempre resolve acontecer ao mesmo tempo e ainda ousamos pensar que estamos no controle da situação. Eu não estou. Merda de coisa que teima em não se concluir e me deixar em paz. Tenho vontade de gritar, mas minha voz não tem por onde sair. Não exitem ouvidos para me ouvir. Pelo menos agora já não sei. Vou tentar falar, talvez me ouça. Pensei possuir mas não possuo. Não tenho nada, às vezes finjo que sim, não sei porque.

Tenho vergonha de tentar e não conseguir, tenho medo de falar e ninguém me ouvir, tenho vontade de saber até onde posso ir. Quantos passos faltam para o abismo? Eu não sei, ainda não decidi. Maldita coisa que insiste em voltar só para poder partir.

Estou como sempre, bem!!!



Escrito por Danilo às 16h45
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Dias de Caranguejo

Acho que ainda não falei sobre os Caranguejos aqui nesse blog. E se falei, foi bem por alto de maneira que os "de fora" não entenderiam.

Estou com vontade hoje de falar sobre Os Caranguejos Poderosos, grupo que nasceu no dia 4 de Março de 2007 na Oficina de teatro dos Satyros. Iniciei essa oficina com um estranho frio na barriga e lá encontrei diferentes sonhos, diferentes cores, diferentes tamanhos, diferentes amores.

Choro . Riso . Praça . Briga . Festa . Chão . Salão . Música . Luz . Cena . Medo . Escuro . Corpos . Solidão . Aventura . Confiança . Amizade . Semelhança . Desconstrução . Azul Banana . Plínio

Eu já sabia que nenhum dia era igual ao outro, agora estou vivendo isso mais intensamente. Muitas surpresas e descobertas acontecem a cada dia de oficina. Estamos iniciando um processo de investigação muito bacana sobre o dramaturgo Plínio Marcos. O pessoal tem se superado em criatividade, espontaneidade e comprometimento nas apresentações. A 1ª fase está terminando, a 2ª vem por aí!!

Estes são os Caranguejos:
Andressa . Rafa . Brunno . Fabrício . Renata . Gabi . Rodrigo . Maira . Dimi . Diney . Cláudia . Arnaldo . Antônio . Barja . Renata . Edu . Morango . Raíssa . André . Diogo . Flemming . Fábio . Ana . Débora . Aline . Manu . Eu

Espero não ter esquecido ninguém.

Descobri que teatro é vida!!! Agora é 1/3 da minha vida e estará aqui em 1 dos 2/3 de meu Blog!!!

Agora preciso ir, tenho reunião sobre a cena de domingo.

Abraços



Escrito por Danilo às 17h44
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Soneto de aniversário
Vinícius de Moraes

Passem-se dias, horas, meses, anos
Amadureçam as ilusões da vida
Prossiga ela sempre dividida
Entre compensações e desenganos.

Faça-se a carne mais envilecida
Diminuam os bens, cresçam os danos
Vença o ideal de andar caminhos planos
Melhor que levar tudo de vencida.

Queira-se antes ventura que aventura
À medida que a têmpora embranquece
E fica tenra a fibra que era dura.

E eu te direi: amiga minha, esquece...
Que grande é este amor meu de criatura
Que vê envelhecer e não envelhece.


*****
Estou feliz, mesmo que hoje seja apenas mais um dia. Obrigado a todos pelos comentários no orkut, aos caranguejos que ontem na aula me deixaram com bastante vergonha. Valeu galera, vocês são muito especiais para mim!

A vida continua e agora estou com motor 2.0... wow... mais emoção na estrada!

Abraços a todos!


Escrito por Danilo às 14h24
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Agitação semanal...


Não falei ainda sobre a viagem para Itaóca com os Satyros, uma cidade pequena no Vale do Ribeira, pessoas diferentes, comida diferente, festas diferentes, tudo diferente. Foi a estréia de Cidadão de Papel, o infanto-juvenil dos Satyros. A peça está divertidíssima, não percam. A estréia aqui em São Paulo será em Agosto no Satyros IV, na Vila Madalena! Será a inauguração do espaço também.


A viagem foi muito bacana, o pessoal do elenco e da produção é maravilhoso. Terminamos a viagem em uma cachoeira muito linda, onde cortei meu pé. Estou vivo mas as marcas não saíram ainda.


Fui para uma edição super divertida do Teatro de Livro, com uma interpretação e lançamento do livro "Gran Cabaret Demenzial" na segunda dia 25 no Satyros II. Teve até Satyros Cinema, com um curta super engraçado com a Nora Toledo e o Daniel Tavares. A noite foi bem bacana.


Na quinta fui para a leitura de "Vestido de Noiva" no Itaú Cultural, com meus primos que estão de mudança aqui para São Paulo. Encontramos algumas pessoas bem legais por lá, incluindo a Raíssa que não perderia por nada essa estréia, só não vou falar o motivo (risos). Terminamos a noite no La´Barca, eu e meus primos, a Raíssa já tinha sumido pela noite da praça.


Sexta também teve uma noite bacana, fomos para o casarão do grupo Redimundo, algumas coisas legais aconteceram por lá, inclusive um Workshop de dança com o Roberto. A Larissa, uma nova amiga também apareceu por lá com um mais um amigo dela, o Júlio. Eu os convidei, mas cheguei um pouco depois deles, e quando cheguei, todo mundo lá estava procurando por mim (risos).


Depois do casarão andamos pela noite fria, o Rafa, o Roberto e eu. Passamos pela praça, paramos para comer alguma coisa no Estadão. Para quem não conhece, é uma lanchonete que funciona 24hs lá na Consolação, sempre está lotado. Pensei que nunca veria mulheres comendo feijoada às 3hs da manhã, mas esse foi o lugar onde presenciei este acontecimento.


Sábado foi um dia de muita carne. Churrasco à tarde com o pessoal da faculdade que se estendeu com outro churrasco à noite em um lugar super distante. Na saída fiquei décadas perdido na neblina fortíssima da serra lá no Jaraguá. Não conseguia ver nem um palmo à frente do carro. Experiência terrível. Mas passou e continuo vivo também.


Acordei no domingo já na hora de sair para a Oficina. Tivemos cenas ótimas e bastante criativas com o pessoal. Domingo que vem tem mais, estou em duas: "Homens de Papel" e "Quando as máquinas param". Estamos "Pliniando" bastante lá nos Satyros.


Tenho que parar ainda, preciso de um tempo para pensar em tudo o que está acontecendo. É tudo muito veloz, não sei ainda se é bom ou se é ruim e nem de que lado eu estou nos barcos da vida. Não sei em quantos barcos simultâneos a vida me deixa embarcar. Fica um trecho do espetáculo A Noite do Aquário, que encerrou essa semana lá nos Satyros: "...a vida sempre me trouxe e me levou as coisas pelo mar, enquanto eu olhava por essa janela, tenho medo de que quando eu sair daqui, a vida nunca mais me encontre, para trazer o que quer que seja..."



Escrito por Danilo às 12h52
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Gira mundo!


Parece que as coisas boas, ruins e “todas juntas” sempre acontecem torrencialmente, nunca por partes. E sempre que alguma coisa acontece você precisa fazer uma escolha. Nessa hora, não escolher também significa muita coisa.


“...mais a vida deixa marcas, tenha cuidado, se um dia você dançar...” diz a música A Dança, do Legião Urbana. E é justamente por causa disso que as escolhas são tão difíceis de serem tomadas.


E fica cada vez pior quando precisam ser tomadas todas ao mesmo tempo. É sempre assim comigo, espero não ser exclusividade. Ou será que meu mundo gira mais rápido que os outros mundos?



Escrito por Danilo às 16h00
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